GRUPOS DE RISCO


A ADoP distribui as diferentes modalidades desportivas que integram o Programa Nacional Antidopagem (PNA) por 3 grupos de risco (A, B e C), sendo o grupo de risco A aquele em que os números de controlo de dopagem são proporcionalmente mais elevados.

A distribuição das modalidades desportivas por grupos de risco, aprovada na 52.ª reunião do CNAD em 12 de março de 2014, é a seguinte:

 GRisco Mar2014.jpg


Grupos de Risco - Critérios

Para o posicionamento de uma modalidade desportiva num dos três grupos de risco são considerados os seguintes critérios:

a) Historial em termos de violações de normas antidopagem a nível nacional, levando em consideração o tipo de substâncias e métodos proibidos em causa;

b) Historial em termos de violações de normas antidopagem a nível internacional, levando em consideração o tipo de substâncias e métodos proibidos em causa;

c) Características metabólico-energéticas de cada modalidade desportiva;

d) Expressão global da modalidade desportiva, a nível nacional e internacional;

e) Potenciais efeitos da utilização de determinadas substâncias e métodos proibidos no incremento do rendimento desportivo e na saúde dos praticantes desportivos na modalidade desportiva;

f) Informação, nomeadamente estatística, científica ou baseada na experiência, relativa à utilização de substâncias e métodos proibidos na modalidade desportiva;

g) Características organizativas da própria modalidade desportiva relativas ao planeamento competitivo ao longo da época desportiva.

Integram apenas o Programa Nacional Antidopagem as Federações Desportivas a que foi atribuído o estatuto de Utilidade Publica Desportiva.

Determinadas modalidades podem não integrar o Programa Nacional Antidopagem, e não serem portanto enquadradas num dos tês grupos de risco, se forem verificados um ou vários dos seguintes critérios:

a) Envolvem atividade física diminuta ou inexistente;

b) Não tem atividade competitiva;

c) Não existe histórico de violações de normas antidopagem;

d) Não existe histórico de uso de substâncias proibidas.


Determinação do número de controlos de dopagem a realizar anualmente em cada modalidade

Para a definição do número de controlos de dopagem a efetuar anualmente no âmbito do Programa Nacional Antidopagem em cada modalidade, a ADoP aplica a seguinte equação:

N.º Controlos =

N.º praticantes desportivos juniores e seniores x Fator de ponderação + N.º mínimo de controlos

fórmula.jpg

 

Requisição de Controlo de Dopagem

O envio atempado pelas Federações Desportivas da Requisição de Controlo de Dopagem, devidamente preenchido, é um elemento que contribui determinantemente para a eficiência e eficácia dos serviços de operacionalização que as Federações necessitam para interagir com a ADoP, facilitando a marcação e realização das ações de controlo de dopagem. Para tal, é necessário e indispensável que a requisição dos controlos nos seja enviada atempadamente, o mais tardar até 4 dias úteis antes da realização da ação de controlo de dopagem em causa, sendo no entanto preferível uma maior antecedência.

É também importante que se recorra ao modelo de formulário atualizado, que pode ser descarregado aqui